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Mostrando postagens de Maio, 2018

Uma Razão Para Viver

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Nota: 8/10 Uma Razão para Viver  é uma história real que nos mostra que o verdadeiro amor é capaz de superar o insuperável. É um filme comovente, mas também muito divertido. Foi feito através das memórias do filho do casal, Jonathan, então se prepare para enxugar as lágrimas enquanto também solta algumas risadas. Década de 50. Robin Cavendish (Andrew Garfield) é um carismático comerciante inglês que conhece a bela Diana Blacker (Claire Foy) num jogo de críquete, e é amor à primeira vista. Ele começa a galantear a moça e conhecê-la melhor, até que acabam por se casar, em 1957. Eles eram tão unidos, que Robin viajava à negócios para a África e Diana fazia questão de acompanhá-lo. Ainda recém-casados, ela descobre que está esperando um bebê, o que enche o casal de alegria. Porém, no ano seguinte a seu casamento, algo totalmente inesperado acontece: Robin adquire poliomielite, uma doença irreversível que o deixa tetraplégico, e que leva os médicos a orientarem sua esposa que ele não

A Luz Entre Oceanos

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Nota: 8/10 A Luz Entre Oceanos é um filme de época profundo, denso, e com atuações bem marcantes. O casal protagonista (Michael Fassbender e Alicia Vikander) funciona bem em tela. Rachel Weisz é uma das minhas atrizes favoritas, e como sempre, está excelente, porém num papel menor. Atenção, se quer assistir sem nenhum Spoiler, pare aqui!!! E não procure em nenhum outro site também! Eu assisti sem saber de nada que ia acontecer e me surpreendi bastante. Bom, não digam que não avisei! O filme se situa após a 1° Guerra Mundial. Tom (Fassbender) é um homem sério e com uma vida um tanto solitária, pois trabalha cuidando de um farol que orienta os navios em suas jornadas, morando sozinho numa ilha afastada do povoado. Mas quando ele conhece a bela e jovem Isabel (Vikander, que, curiosidade: casou mesmo com Michael na vida real) rapidamente se apaixona por ele e os dois acabam por se casar. A vida começa a parecer ingrata para o jovem casal quando dois bebês que ambos esperavam, mo

Jason Bourne

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Nota: 8/10 Poderia ser mais do mesmo, mas a dobradinha Matt Damon e Paul Greengrass (auxiliados pela bela Alicia Vikander) dão conta do recado entregando um filme de ação digno e enxuto. Jason Bourne (Matt Damon) aparentemente desistiu de querer saber sobre seu passado e ganha a vida com lutas clandestinas. Mas quando Nicky (Julia Stiles) reaparece em seu caminho dizendo que tem uma pista que irá revelar tudo, ele sai das sombras para descobrir de uma vez por todas o que foi o programa que ele participou quando era um agente da CIA, que o transformou numa arma mortal. Boas surpresas em uma ação de outro nível, muito bem feita. Confira! "Jason Bourne", 2016, 2h 3min. Dirigido por Paul Greengrass (Capitão Philips), com Matt Damon, Alicia Vikander, Tommy Lee Jones e Julia Stiles.

Kill Bill Vol. 2

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Nota: 8/10 Este filme contém algumas das minhas cenas prediletas no cinema. Sem dar muitos spoilers, ser enterrado vivo, o olho sendo arrancado, e a cobra na maleta são algumas delas. A atriz Uma Thurman realmente está sensacional e mostra que esse papel só podia ser dela. O volume 2 é muito diferente do primeiro, que por sua vez é mais sangrento, com mais referências e homenagens a sétima arte: não é muito o meu estilo. Este segundo já é mais pauleira, abusa mais da ação e tensão: que é exatamente tudo o que eu gosto. Super vale a pena para os fãs do gênero. Também para fãs de filmes B, porque o cinema de Tarantino homenageia o cult e o trash. A noiva (Uma Thurman, que terá seu verdadeiro nome revelado) continua em busca de seu objetivo: eliminar todos os que tentaram matá-la no dia de seu casamento, principalmente seu antigo patrão, Bill (David Carradine), que é o último da lista. Porém, o reencontro com seu ex-chefe irá trazer à tona a maior surpresa de toda a sua vida. Como

A Noite do Jogo

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Nota: 7,5/10 A Noite do Jogo mistura comédia e suspense de uma maneira totalmente hilária. Jason Bateman e Rachel McAddams convencem como casal. Max (Bateman) e Anne (Rachel McAdams) adoram fazer noites de jogos com seus amigos. Numa delas, Brooks (Kyle Chandler), o irmão ricaço de Max, aparece na cidade querendo fazer uma noite de jogos inesquecível na mansão que ele alugou para passar alguns dias. Quando o casal e outros amigos chegam na casa, são surpreendidos por um jogo totalmente diferente: Brooks diz ter contratado uma equipe que irá sequestrar um dos jogadores da sala. O jogador que conseguir desvendar o mistério e resgatar a pessoa sequestrada, ganha o jogo e um baita prêmio. É claro que nada vai sair como o esperado, imprevistos e surpresas aguardam quem for assistir a esse filme e, óbvio, nada é o que parece. Muito divertido, mentiroso (a vantagem de ser uma comédia e não uma ação é que eles podem exagerar a vontade, sem medo de serem felizes), e muito gostoso de as

Whiplash - Em Busca da Perfeição

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Nota: 10/10 La La Land não foi o melhor do jovem Damien Chazelle até agora; foi o mais famoso. Whiplash foi o melhor. Dificilmente ele fará um filme com tamanho brilho ou intensidade novamente. Damien sonhava ser músico, talvez por isso ele goste tanto de retratar este tema em seus longas. Ainda não sei explicar o conjunto de emoções que tive ao assistir a este filme. Não sei nem dizer a qual gênero ele pertence. Só sei que havia momentos em que tinha vontade de malhar a televisão no chão. Whiplash é basicamente um filme sobre bullying e o que esse mal ocasiona a suas vítimas, e sobre até onde a obsessão por alguma coisa leva as pessoas. Andrew Neiman (Miles Teller) é um jovem com um sonho: quer ser um baterista que vai entrar para a história da música, assim como muitos de seus ídolos. Ele começa sua meta muito bem, conseguindo entrar em uma das mais conceituadas faculdades de música do país. Conforme se destaca na faculdade, consegue uma vaga de baterista reserva no grupo mus

Vai que dá certo

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Nota: 7/10 Minha esposa sempre fica do meu lado tentando entender porque eu rio tanto em algumas comédias - e essa é uma delas. Eu ria de tão escrachado que é o humor, e sem ser extremamente apelativo como a maioria das comédias nesse estilo.

As Aventuras de Paddington

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Nota: 9,5/10 Que filme divertido gente! Que ursinho adorável! É imperdível! Agrada gregos e troianos, é um exemplar pra toda a família! Retirado de um conto infantil inglês, conhecemos um jovem urso (Ben Whishaw) que tem seu lar na floresta peruana destruído após um terremoto. Buscando uma nova morada, ele entra de gaiato num navio a fim de conhecer o lugar de seus sonhos: Londres, local onde vive um explorador que visitou a floresta peruana décadas antes. Chegando lá, uma doce família o encontra numa estação de trem, dá um nome para ele ("Paddington", que é o nome da estação onde o encontraram), e decide levá-lo para casa. É aí que começa a confusão... Paddington vai se envolver nas mais doidas aventuras, e também correr sérios perigos, pois uma colecionadora de relíquias (Nicole Kidman, suprema no papel de vilã) está em busca de uma rara espécime para sua coleção de animais empalhados: um urso das selvas da América do Sul... "Paddington", 2014, 1h 35m. Clas

Mogli: O Menino Lobo

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Nota: 9,7/10 Mogli é de encher os olhos! Oscar de melhor efeitos visuais mais que merecido. Os animais do filme ficaram muito realistas, a equipe responsável deu uma aula de computação gráfica. Pra você que não está familiarizado com o Mogli, conhece a história do Tarzan? Então, é tipo a dele... Só que no caso do menino Mogli, ele é criado por lobos, e não por macacos... Após alguns humanos serem atacados por animais selvagens numa floresta, o único sobrevivente foi um bebê, que acabou sendo criado pelos lobos. O menino cresce e atende pelo nome de Mogli. Um temível tigre (Idris Elba), que é praticamente o rei da selva nesta história, não aceita a presença de um humano no local, julgando que aquele não é o lugar do garoto e sua intenção é matá-lo. Para proteger a vida dos lobos que o criaram, Mogli decide sair numa perigosa jornada, passando por várias aventuras e se embrenhando no lado mais sombrio da floresta, sabendo que seu destino será enfrentar o nefasto tigre, cara a ca

Extraordinário

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Nota: 9/10 Quando a sessão acabou, eu queria levantar e aplaudir. É o tipo de filme que você aprende uma porrada de coisas, que edifica de verdade. Augie Pullman (Jacob Tremblay, um ator mirim muito talentoso) é um garoto que nasceu com deformidades físicas e outras complicações que o levaram a passar por uma série de cirurgias, especialmente faciais, para uma melhora de saúde e também de estética. Mesmo assim, o garoto apresenta consideráveis deformações em seu rosto, de forma que se sente um pouco desconfortável com o modo como as pessoas olham para ele - geralmente, com olhar de desprezo ou de pena. Apesar disto, Augie é um menino feliz, cheio de energia e imaginação, como qualquer criança de sua idade. Também tem uma ótima família que o apoia e dá todo o suporte para que enfrente o preconceito das pessoas. Mas tudo muda de forma súbita quando Augie decide começar a frequentar uma escola, ao invés de continuar a fazer todas as aulas em casa com sua mãe (Julia Roberts). O filme

John Wick: Um Novo Dia para Matar

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Nota: 7,5/10 Com mais correria e ação coreografada que o seu antecessor,  John Wick: Um Novo Dia Para Matar  já começa te mergulhando numa cena intensa logo no início de sua projeção: o lendário assassino interpretado por Reeves vai até um chefão dá máfia recuperar seu carro, que haviam roubado no primeiro filme. Esta continuação garante bastante entretenimento e diversão, bem mais que o longa original. Jonathan Wick (Keanu Reeves), que já havia prometido a si mesmo nunca mais voltar ao mundo de assassinos ao qual participava, precisa pagar uma dívida de sangue para um velho amigo, e acaba se envolvendo novamente contra a vontade no submundo do crime. Assim como no primeiro filme, a premissa é fraca, mas este segundo acabou conseguindo desenvolvê-la de uma forma muito interessante e, acima de tudo, com ação desenfreada. Keanu realmente mostra uma faceta diferente que nunca havia mostrado em quaisquer de seus filmes: a de mestre da pancadaria, estilo "Duro de Matar". Um

Pantera Negra

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Nota: 7/10 Capitão América - Guerra Civil serviu para jogar os holofotes em dois outros heróis: Homem-Aranha e Pantera Negra, que, por sua vez, acabaram ganhando seus filmes solos. O rei de Wakanda se saiu muito bem em sua entrada, com um filme que fala de situações ficcionais mas também trata de assuntos mais complexos, como a igualdade de etnias. Dizem que a seriedade contida no filme é um dos estandartes que a Marvel Studios vai tentar erguer para lançar Pantera Negra em uma campanha pró Oscar. Sendo negro, eu tenho que admitir que achei muito interessante esse movimento que o filme levantou de "Wakanda Forever!", vários atores negros dando o maior apoio e divulgação para o filme, devido ao fato de que o longa é praticamente feito apenas por pessoas negras (desde o diretor, até os atores e inclusive os compositores das canções), mostrando que Hollywood não é mais uma “white power", e que os artistas negros podem tranquilamente fazer ótimos filmes por si sós. &

Homem-Formiga

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Nota: 8,9/10 Scott Lang (Paul Rudd) é um ladrão atrapalhado que está sempre buscando uma nova maneira de descolar uma grana. Já o cientista conhecido como doutor Pym (Michael Douglas) inventou um traje que é capaz de encolher uma pessoa ao tamanho de uma formiga e triplicar a sua força. Ele está atrás de alguém corajoso o bastante para utilizar o traje, e enfrentar uma ameaça global. É aí que ele encontra Lang: não é bem o tipo que ele queria, mas é o único doido que topa o desafio... Este é o meu filme favorito da Marvel até agora. A escolha do carismático Paul Rudd para o papel de herói foi uma grande sacada, pois comédia e Marvel tem tudo a ver. Note que quase todos os novos filmes de super-heróis após ele vem com doses cavalares de comédia. "Ant-Man", 2015, 1h 58m. Classificação: 12 anos. Dirigido por Peyton Reed, com Paul Rudd, Michael Douglas e Michael Pena.

Guardiões da Galáxia

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Nota: 8,5/10 A Marvel pegou um grupo de heróis pouco conhecidos do povão, e fez um de seus melhores filmes. Guardiões da Galáxia, justamente por não ter a obrigação de impressionar por ser novo para o público, é despretensioso, engraçadíssimo, e único no mundo cinematográfico da Marvel. "Guardians of the Galaxy", 2014, 2h 5 min. Dirigido por James Gunn, com Chris Pratt, Zoe Saldana e Dave Bautista.

O Silêncio dos Inocentes

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Nota: 10/10 Este filme é uma obra-prima do gênero. Mereceu, sem dúvida, cada Oscar que ganhou, incluindo melhor filme, diretor e ator/atriz. O diretor faz um ótimo trabalho neste longa, que é detalhista e parece estar um passo a frente da época em que foi lançado, tamanha é a maestria com que ele é conduzido. Anthony Hopkins com certeza está em sua melhor atuação, entregando um psicopata frio, doentio, e genial. Jodie Foster, a policial corajosa de sotaque caipira, incorpora toda a carga emocional necessária para nos apegarmos totalmente a sua personagem. Na trama, Clarice Starling (Jodie Foster) busca a ajuda de um genial psicopata chamado Hannibal Lecter (Anthony Hopkins) para ajudar a entender a mente de um perigoso serial killer que atende pelo nome de Buffalo Bill, que vem aterrorizando várias mulheres. "The Silence of the Lambs", 1991, 2h 18min. Dirigido por Jonathan Demme, com Anthony Hopkins, Jodie Foster e Ted Levine.

Predador

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Nota: 6/10 Schwarzenegger em sua melhor forma - física, e também em interpretação. Dutch (Arnold) é contratado junto a uma equipe especial que tem o objetivo de resgatar presos políticos na Guatemala, que estão sendo mantidos num local afastado, longe da cidade. Porém, a situação se complica quando ele e seu grupo começam a notar que estão sendo caçados: uma estranha criatura está matando-os um a um, e cabe a Dutch conhecer a fera e saber como enfrentá-la. "Predator", 1987, 1h 47min. Classificação: 16 anos. Dirigido por John McTiernan, com Arnold Schwarzenegger, Shane Black e Cal Weathers.

Gol! 2: Vivendo o Sonho

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Nota: 8/10 Melhor que o primeiro e imperdível! Quando Santiago  Munez assina um contrato dos sonhos com o Real Madrid, ele está determinado a conquistar um lugar no time titular, ao lado de Beckham, Raúl, Ronaldo e o restante dos galácticos. Mas a pressão explode quando começa a Liga dos Campeões - e o Real Madrid está atrás da conquista do troféu mais importante do futebol europeu. Não bastasse isso, a vida pessoal de Muñez está em gigantesca confusão, pois, apesar da bela namorada, ele inicia um affair com uma atraente socialite. "Goal II: Living the Dream", 2007, 1h 55min. Dirigido por Jaume Collet-Serra, com Kuno Becker, Anna Friel e Rutger Hauer.

Meu Nome é Rádio

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Nota: 7/10 Cuba Gooding Jr. tem um talento nato para nos emocionar. Neste filme, o treinador de futebol Jones (Ed Harris) conhece Robert "Rádio" Kennedy (Cuba Gooding Jr.), um jovem com algumas limitações mentais, mas que anda sempre animado. Quando alguns de seus jogadores fazem uma brincadeira de mal gosto com o rapaz, Jones decide se tornar um mentor de Rádio, o ajudando a se tornar um verdadeiro expert em boas-maneiras.

Ray

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Nota: 7,8 Drama, Biografia Ray é uma performance única na carreira de Jamie Foxx. Tanto é, que lhe rendeu o Oscar. Acompanhamos de perto a história do lendário cantor e pianista Ray Charles (Jamie Foxx): seus traumas, sucessos e decepções. Uma obra comovente e muito bem conduzida.

O Jardineiro Fiel

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Nota: 7,5 Baseado no livro homônimo de John Le Carré, vemos a história de Justin Quayle (Ralph Fiennes), que é casado com uma jovem ativista chamada Tessa (Rachel Weisz). Quando sua esposa é encontrada morta, Justin vai para o Quênia a fim de tentar desvendar o porquê de seu assassinato. Ele então descobre um emaranhado jogo de mentiras e vê que a conspiração é global. Belo e intrincado romance dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles, de Cidade de Deus . "The Constant Gardener", 2005, 2h9m. Dirigido por Fernando Meirelles, com Ralph Fiennes, Rachel Weisz e Danny Huston.

Charly

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Nota: 7/10 Romance, Drama Este belo filme existe para nos mostrar que um grande amor pode ser eterno. Sam Roberts achava ter a resposta para todas as grandes questões: qual o propósito da vida, para onde vamos depois, e como ter uma vida feliz e bem-sucedida. Porém, tudo muda quando ele conhece uma moça chamada Charly. Ela não tem nenhum pouco do perfil certinha e perfeitinha que ele buscava em uma mulher, mas uma paixão começa a surgir. Ele, que era um religioso devoto, e ela, católica não praticante, começam a aprender e crescer um com o outro de uma maneira impressionante. É um lindo filme. Vale muito a pena! 

O Som do Coração

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Nota: 6,8 Drama, Família Freddie Highmore vive a história de Evan, um garoto órfão amante da música e que sonha em conhecer seus pais biológicos. Ele então foge do orfanato e começa a procurar pela grande Nova York a procura de pistas de seus pais. Ele começa a perceber que não será nada fácil, mas recebe a inesperada ajuda de um teto (Robin Williams, que com certeza escolheu a dedo cada papel de sua carreira. Mais uma atuação incrível dele!) em sua jornada.

Poder Além da Vida

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Nota: 6,5 Um filme com uma grande mensagem. E eu nunca tinha visto filmes com essa temática de ginástica. Gostei. Dan Millman (Scott Mechlowicz) se acha o cara. Ele é um atleta talentoso que só deseja ser o melhor em tudo que faz, e fazer tudo o que quer na vida. Mas quando um estranho misterioso (Nick Nolte) aparece e abre os olhos de Dan para um novo entendimento de onde está sua verdadeira força, ele descobre que ainda tem muito o que aprender e que sacrificar.

Hush - A Morte Ouve

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Nota: 7,5/10 Hush é um thriller que vale a pipoca. Você precisa assistir ao filme ciente de suas limitações e aceitando a trama um tanto fraca. Mesmo assim, o diretor Mike Flanagan demonstrou certo talento driblando os furos de roteiro. A personagem principal é uma escritora muda que vive sozinha afastada da cidade. O alvo perfeito para um assassino sádico que gosta de brincar com suas vítimas, matando-as apenas quando elas implorarem por isso.

Se beber, não case

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Nota: 6,0 Dois dias antes de seu casamento, Doug (Justin Bartha) é levado por três amigos para o que era para ser sua despedida de solteiro. Um deles (Zach Galifianakis) coloca uma droga diferente na bebida dos quatro logo na primeira noite em Vegas, sem que os outros saibam. O resultado é que no dia seguinte algumas coisas aconteceram: o noivo está desaparecido, a casa em que estão ficou de pernas pro ar (pra se ter uma ideia, aparece até um bebê no local), e eles não fazem a mínima ideia do que aconteceu e de como vão encontrar o amigo, que está prestes a se casar. "The Hangover", 2009, 1h40min. Dirigido por Todd Phillips, com Bradley Cooper, Zach Galifianakis e Ed Helms.

Mãos Talentosas

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Nota: 6,8 Drama/Biografia Ben Carson é um exemplo muito bom de alguém que estava destinado ao fracasso, mas decidiu nadar contra a maré.

Gol! O Sonho Impossível

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Nota: 6,5/10  Como milhões de crianças ao redor do planeta, Santiago (Kuno Becker) alimenta o sonho de se tornar um jogador de futebol profissional. Vivendo num bairro latino em Los Angeles, Santiago não costuma alimentar muitas esperanças de se tornar um grande jogador, até que ele consegue um teste para entrar no time de futebol inglês Newcastle United.   "Goal!", 2005, 2h 33m. Dirigido por Danny Cannon, com Kuno Becker, Anna Friel, Alessandro Nivola.

Operação Valquíria

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Nota: 7,5 Filme de guerra baseado em fatos reais, conta a história do coronel Claus Von Stauffenberg (Tom Cruise), que serve a Alemanha com lealdade mas teme que a tirania do líder Adolph Hitler acabe por destruir seu país. Em segredo, ele ajuda a continuar na condução de uma equipe secreta que tem como objetivo assassinar Hitler: a Operação Valquíria. "Valkyrie", 2008, 2h 04m. Dirigido por  Bryan Singer , com  Tom Cruise ,  Bill Nighy  e  Carice Van Houten .

O Livro de Eli

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Nota: 7,5/10 Denzel Washington é o cara. O Livro de Eli se tornou um cult moderno, muito bom filme. Num futuro pós-apolíptico, Eli (Denzel Washington) tem como missão conduzir um misterioso livro que pode salvar a humanidade de seu trágico destino. Apenas outro homem (Gary Oldman) sabe do poder deste livro e quer tê-lo para si mesmo, então ele irá empenhar todos os seus esforços para retirá-lo de Eli, antes que ele chegue a seu destino final. "The Book of Eli", 2010, 1h58m. Dirigido por Albert Hughes, com Denzel Washington, Gary Oldman e Mila Kunis.

O Amor é Cego

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NOTA: 6,0 Comédia Hal (Jack Black) é um mulherengo galanteador que está sempre interessado nas garotas mais esbeltas e voluptuosas. Porém, Hal acaba se deparando com um guru de auto-ajuda (Tony Robbins) que, vendo a falha de caráter do rapaz, o hipnotiza para que ele veja apenas a beleza interior das pessoas, e não o exterior. Sem saber que está sob esse efeito, Hal acaba conhecendo e se apaixonando por Rosemary (Gwyneth Paltrow), que é uma mulher obesa, mas aos olhos dele ela parece uma deusa grega. Quando a hipnose passa e Hal descobre a real fisionomia de Rosemary, ele terá que escolher se irá ficar com ela ou não.

A Boa Mentira

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Nota: 6,7 O trabalho de Carrie Davis (Reese Witherspoon) é ajudar refugiados que vêm para os Estados Unidos a encontrar um emprego. Quando uma família de irmãos órfãos da África é trazida para os EUA, a missão dela passa a ser não só empregá-los, mas também ensiná-los a deixar para trás todo o trauma vivido em seu passado e recomeçar.

Meia-Noite em Paris

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Nota: 7,8/10 Uma linda homenagem de Woody Allen à Paris! É também o meu favorito estrelado pelo Owen Wilson. Filme gostoso de assistir, roteiro agradável e a linda capital francesa como pano de fundo. Gil (Owen Wilson), é um roteirista hollywoodiano bem-sucedido, mas que amarga dentro de si o sonho não realizado de ter se tornado um grande escritor. Ele é noivo da moça dos sonhos: Inez (Rachel McAddams) que, por sua vez, convida-o para uma viagem até Paris junto com seus pais. O pai de Inez sempre faz questão de evidenciar o quanto não gosta do genro, mas a questão é que, já em Paris, misteriosos acontecimentos começam a ocorrer, especificamente após a meia-noite, que farão com que ele repense sobre alguns pontos de sua vida. Midnight in Paris, 2011, 1h36m. Dirigido por Woody Allen, com Owen Wilson, Rachel McAddams e Kathy Bates.

Um Lugar Silencioso

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Nota: 8,5/10 É possível fazer um filme de terror quase inteiramente mudo? John Krasinski acaba de provar que sim. Se você vai ver este filme, prepare-se para se segurar na poltrona ou até rasgar a costura dela, só não vale gritar. Num mundo pós-apocalíptico onde misteriosos monstros dizimaram a humanidade, acompanhamos a história de uma família que luta para sobreviver: eles precisam evitar emitir qualquer tipo de ruído, pois os monstros são guiados pelo som. A premissa é essa. Agora o modo como ela é trabalhada é que é interessante. O filme tem sido vendido não só como um terror; mas também como um drama. De fato ele é. O modo como Krasinski se esforçou para mostrar que a mensagem deste filme é que devemos valorizar nossas famílias, substituir as incansáveis horas no celular, em jogos ou em qualquer outra tecnologia pela interação e vivência humana, é muito interessante. Para o casal Krasinski e Blunt (obs.1: no filme, em nenhum momento sabemos o nome de ninguém; quando tiverem

Tomb Raider: A Origem

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Nota: 6,5/10 Lara Croft não é um filme perfeito. Tem lá seus furos de roteiro e cenas em que você fica "Whaaaat? Como ela não morreu?!" Mas eu gostei bastante porque ele entrega exatamente o que promete: entretenimento. Sem contar que Alicia Vikander foi a escolha perfeita para interpretar Lara Croft! A minha esposa é uma fã de carteirinha dos jogos mais recentes da Lara, o "Rise of the Tomb Raider". E ela ficava pulando na cadeira e tapando a boca para não gritar em várias cenas, o que me leva a crer que o filme teve um ótimo nível de fidelidade ao jogo, pois eram exatamente as mesmas reações que eu via nela enquanto jogava... Na trama, Lara Croft (Alicia Vikander) se recusa a ficar com a privilegiada herança que lhe pertence após seu pai (Dominic West) ser dado como morto, e, seguindo algumas pistas que ele mesmo deixou, parte numa jornada sem volta para descobrir o que realmente aconteceu com ele. É uma pena que a baixa bilheteria talvez não justifique uma

Capitão Phillips

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Nota: 6,7/10 Drama/Suspense Tensão em alto mar. Baseado em fatos reais, o filme conta a história de um navio americano que foi invadido por piratas na costa da África, que buscavam dinheiro. O capitão do navio (Tom Hanks), tem que tomar decisões drásticas para proteger seus tripulantes. Senti Hanks um tanto frio em seu papel, o líder dos piratas por exemplo, Muse (Barkhad Abdi), arrasou na atuação. O contraste entre os dois fica grande. Nem por isso, o filme perde o brilho. Merece ser visto.

O Convite

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Nota: 7,5/10 É impressionante a semelhança do protagonista deste filme, Logan Marshall-Green, com Tom Hardy. Eles são muito parecidos! Mas não é só fisicamente que eles se parecem não. Os dois atuam muito bem. Logan praticamente carrega o filme nas costas; e o mais interessante é que não é só com as falas. O roteiro exigiu que seu personagem se comunicasse muito por gestos, olhares e expressões faciais. O que ele fez muito bem. A história é bem original: um homem (Logan) é convidado para jantar na casa de sua ex-mulher (Tammy Blanchard), sob o pretexto de que será uma reunião de amigos. Ele leva sua atual namorada para a ocasião, porém, conforme a noite avança dentro da casa, o rapaz começa a suspeitar que sua ex e o atual esposo dela (Michiel Huisman) tem planos sinistros para os convidados. The Invitation tem lá suas falhas; mas nada que comprometa o brilho do filme, e o roteiro intrigante e indigesto da diretora Karyn Kusama (de Garota Infernal ) faz com que o longa se torne

O Presente

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Nota: 9/10 A foto de divulgação do filme O Presente alerta: "nem todo presente é bem-vindo".  Joel Edgerton atua e dirige com maestria este suspense intrincado, onde é difícil decidir de que lado você está. A história gira em torno de Simon (Jason Bateman) e Robyn (Rebeca Hall) um casal bem-sucedido que, após uma perda recente, decide mudar de cidade para recomeçar a vida. Na nova localidade eles encontram Gordon (Joel Edgerton), um amigo de infância de Simon que tem como único desejo acolhê-los bem para que logo se sintam em casa novamente. Para tanto, ele começa a deixar diversos presentes na porta da casa da família. Mas a atitude aparentemente inocente de Gordon faz com que Simon se irrite e tente excluir a presença de Gordon do meio deles, causando estranhamento para Robyn, que passa a suspeitar que há algo no passado que atormenta seu marido. É um suspense incrível. Não percam de forma alguma. "The Gift", 2015, 1h48m. Dirigido por Joel Edgerton, com

Star Wars - Os Últimos Jedi

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Nota: 8,5/10 O primeiro e o segundo ato de Star Wars - Os Últimos Jedi são extremamente monótonos. Mas o ato final é pauleira! Ação frenética e desenfreada, reviravoltas na trama e um final surpreendente. É tudo o que o filme não teve enquanto se explicava no começo e meio e muito mais! Seguindo os acontecimentos de O Despertar da Força , Rey (Daisy Ridley) encontra o solitário Luke Skywalker (Mark Hammil) numa ilha isolada. Luke nota que a garota tem indícios de conseguir compreender a Força e se tornar uma Jedi, mas ele mesmo assim se mostra muito relutante em ensiná-la tudo o que sabe. Enquanto isso, Kylo Ren (Adam Driver) mede forças junto ao Império para destruir os rebeldes. É o tipo de filme que vale o ingresso. Há quem não goste do que a Disney tem feito com Star Wars , mas eu estou adorando. O diretor Rian Johnson (Looper), que gosta de histórias futurísticas e é fã de carteirinha da criação de George Lucas, entendeu muito bem que o único limite para sua criatividade

O Regresso

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Nota: 9/10 O Regresso é, sobretudo, um filme que fala de sobrevivência. Muito bem filmado, cenários que esbanjam beleza, cenas magnificamente produzidas e elenco afiado. Um filme que não é feito por qualquer diretor. O cara tem que ser bom. Além de tudo isso, é um filme sobre vingança. Logo a vingança, tema tão recorrente em Hollywood, viria a consagrar o saudoso Leonardo DiCaprio na sua infatigável busca pelo Oscar, digamos que, “se vingando" de todos os haters que julgavam que o ator não conseguiria tal façanha... O ano é 1820. Acompanhamos de perto Hugh Glass (DiCaprio) - e quando digo isso é realmente de perto, pois a câmera tremida e na mão nos dá a constante sensação de estarmos presentes junto aos personagens - que junto a um outro grupo de mercenários ganha a vida caçando animais selvagens e arrancando seu couro que é de grande valia. Numa dessas caças, Glass é atacado por um urso (uma das cenas mais insanas que eu já vi, muito bem feita! Incrível mesmo, talvez a mel

Velozes e Furiosos - Desafio em Tóquio

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Nota: 7/10 Não importa quantos Velozes & Furiosos façam (pelo sucesso da franquia, meu amigo, sinto dizer que já foram anunciados o 9 e o 10): este sempre vai ser o melhor pra mim. Trouxe novos ares para a série, e a sacada bacana de fazer continuações em países diferentes como pano de fundo. Neste terceiro filme, os protagonistas Brian e Toretto são deixados um pouco de lado. Focamos na história de um rapaz descabeçado chamado Sean, que se mudou para Tóquio com o pai para escapar de uma sentença nos Estados Unidos. Mesmo do outro lado do planeta, o rapaz tem facilidade em arrumar encrenca! Acaba entrando no submundo das corridas clandestinas e se engraça pela coisa. "The Fast and The Furious: Tokyo Drift", 2006, 104 min. Dirigido por Justin Lin ("Star Trek - Sem Fronteiras"), com Lucas Black, Shad Moss e Brian Tee

Quem Quer Ser um Milionário?

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Nota: 9,0 Drama, Família, Biografia Sabe aquele diretor que você tem que ver um filme do cara para já se tornar super fã do cinema dele? Foi o caso do Danny Boyle comigo logo depois que eu assisti a este "Quem quer ser um milionário?". Foi amor à primeira vista. Estou animado o que ele vai fazer com Bond 25, o último longa do Daniel Craig como 007.

Um Sonho Possível

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Nota: 8/10 É muito engraçado o fato de que Sandra Bullock, no mesmo ano, ganhou o Oscar de melhor atriz por este filme, e de pior atriz por Maluca Paixão . Sandra, inclusive, é uma das únicas atrizes que foi pessoalmente receber o prêmio "zoeira" do Framboesa. Entrou na brincadeira com humildade, e além de tudo é uma excelente atriz. Em Um Sonho Possível , onde merecidamente levou a estatueta ela interpreta Leigh, uma mulher da alta sociedade com um coração de ouro, que resolve adotar Michael (Quinton Aaron), um adolescente americano sem-teto. Isso é o suficiente para causar estranhamento na vizinhança e entre seus familiares, mas Leigh não liga para preconceitos e ainda por cima acredita no potencial do rapaz, que leva jeito para futebol americano, e resolve apoiar o garoto para que ele siga seu sonho. O filme é baseado numa linda história real, e vale a pena ser visto! "The Blind Side", 2009, 2h09m. Dirigido por John Lee Hancock, com Sandra Bullock, Quinton

Rua Cloverfield, 10

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NOTA: 9/10 O trailer de Rua Cloverfield, 10 possui apenas 3 pessoas, que no começo parecem estar bem, vivendo numa espécie de porão. Com o decorrer do trailer, as cenas começam a se tornar mais e mais sufocantes, indicando que há algo errado no local. O filme é exatamente a mesma coisa do trailer. Uma mulher (Mary Elizabeth Winstead) sofre um grave acidente de carro, e acorda num cômodo escuro pertencente a um homem misterioso (John Goodman, incrível no papel), que alega ter salvado a sua vida e a de outro rapaz (John Gallagher Jr.), pois houve um ataque químico para combater uma ameaça desconhecida, e não é possível saber se houve sobreviventes. A única garantia do homem é que, onde eles estão (num bunker, local subterrâneo construído para se proteger contra bombas), não correm perigo; mas, no lado de fora, não se sabe... Com dificuldade de digerir a história e acreditar nos dois homens com quem está trancafiada, a mulher começa a elaborar planos para fugir do local, o que pode n

Spotlight - Segredos Revelados

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NOTA: 9,0 É difícil dizer quem é o protagonista de Spotlight, porque ele de fato não existe. É uma mescla surpreendente de atores com grande potencial na atuação (com destaque para Mark Ruffallo) que carregam, um por vez, o filme nas costas. O filme aborda como o jornal Boston Globe por meio de uma corajosa e singela denúncia, passou a investigar de forma mais minuciosa e terminar por descobrir um escândalo de abuso sexual com números assustadores dos cleros católicos - dentro apenas do estado de Boston. O interessante é que o filme foi apoiado pelo próprio catolicismo e que fica claro de fato que a intenção de divulgar este fato não foi em momento algum denegrir a religião, e sim uma prática, que deve ser cada vez mais atacada para que pare.

Corra!

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NOTA: 10/10 Eis aqui, em minha opinião, um filme impecável. Roteiro, fotografia, atuação, todos estes elementos combinados de uma forma tão mágica que o longa acaba por prender por completo a atenção do início ao fim de sua projeção. Enigmas, pitadas de comédia, e um desfecho eletrizante. Corra é um filme inteligente, uma experiência única no universo do terror, daquele tipo que você sabe que nada acontece por acaso, que tudo terá um porquê no decorrer da trama. Chris (Daniel Kaluuya, se a decisão estivesse nas minhas mãos, facilmente teria dado um Oscar a ele) é um rapaz negro que é convidado por sua namorada Rose (Allison Williams), que é branca, a conhecer seus pais num feriado. Chris fica um tanto relutante em relação ao convite no início - pois sabe que em pleno século 21 ainda pode ser um tabu para algumas famílias um rapaz negro namorando uma jovem branca - mas aceita o convite e pegam estrada para a visita. Ao chegarem lá, os pais de Rose são extremamente hospitaleiro